{"id":6025,"date":"2025-08-21T00:16:06","date_gmt":"2025-08-21T03:16:06","guid":{"rendered":"https:\/\/prepamericadosul.uea.edu.br\/?p=6025"},"modified":"2025-08-25T19:40:11","modified_gmt":"2025-08-25T22:40:11","slug":"memoria-e-identidade-no-ativismo-em-hiv-aids-na-paraiba","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/prepamericadosul.uea.edu.br\/?p=6025","title":{"rendered":"Mem\u00f3ria e identidade no ativismo em HIV\/aids na Para\u00edba"},"content":{"rendered":"\n<h1 class=\"wp-block-heading\">Mem\u00f3ria e identidade no ativismo em HIV\/aids na Para\u00edba<\/h1>\n\n\n\n<p><em>Por: Thiago Peniche<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Entrevistado: Maio Spellman<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Supervis\u00e3o: Kris H. Oliveira<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Em mais de tr\u00eas d\u00e9cadas de enfrentamento ao HIV\/aids, o movimento social no Brasil acumulou hist\u00f3rias, conquistas e marcas profundas na sa\u00fade p\u00fablica e nos direitos humanos. Na Para\u00edba, essa trajet\u00f3ria \u00e9 feita de lutas por acesso ao diagn\u00f3stico, garantia de tratamento e resposta ao estigma \u2014 batalhas que, em parte, permanecem vivas at\u00e9 hoje.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesta entrevista para a s\u00e9rie <strong>\u201cEm campo\u201d<\/strong>, conversamos com <strong>Maio Spellman Quirino de Farias<\/strong>, psic\u00f3logo, <strong>doutor em Antropologia pela Universidade Federal da Para\u00edba (UFPB)<\/strong> e <strong>Bolsista de Desenvolvimento Tecnol\u00f3gico e Industrial (DTI)<\/strong>, que dedicou sua tese a investigar <strong>mem\u00f3ria, ativismo e identidade do movimento social em HIV\/aids <\/strong>no estado. Com uma viv\u00eancia que come\u00e7a em 1994 no <strong>Grupo de Apoio \u00e0 Vida (GAV)<\/strong>, Maio revisita o passado, analisa as transforma\u00e7\u00f5es nas pautas e estrat\u00e9gias e reflete sobre como a hist\u00f3ria molda o presente \u2014 incluindo a chegada da PrEP como parte da preven\u00e7\u00e3o combinada.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/prepamericadosul.uea.edu.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/maio-ft-2-1024x576.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-6027\" srcset=\"https:\/\/prepamericadosul.uea.edu.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/maio-ft-2-1024x576.jpeg 1024w, https:\/\/prepamericadosul.uea.edu.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/maio-ft-2-300x169.jpeg 300w, https:\/\/prepamericadosul.uea.edu.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/maio-ft-2-768x432.jpeg 768w, https:\/\/prepamericadosul.uea.edu.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/maio-ft-2-18x10.jpeg 18w, https:\/\/prepamericadosul.uea.edu.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/maio-ft-2-150x84.jpeg 150w, https:\/\/prepamericadosul.uea.edu.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/maio-ft-2-450x253.jpeg 450w, https:\/\/prepamericadosul.uea.edu.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/maio-ft-2-1200x675.jpeg 1200w, https:\/\/prepamericadosul.uea.edu.br\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/maio-ft-2.jpeg 1280w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center\"><em>O psic\u00f3logo e doutor em Antropologia Social Maio Spellman, ao lado de sua orientadora Profa. Dra. M\u00f4nica Franch, durante a defesa de sua tese de doutorado na UFPB<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Thiago<\/strong>: Maio, para come\u00e7ar, pode nos contar sobre o tema da sua tese de doutorado?<\/p>\n\n\n\n<p><br><strong>Maio<\/strong>: Minha tese foi sobre o ativismo em HIV\/aids na Para\u00edba e se chama: <em>\u201cEsse ativismo \u00e9 de todos n\u00f3s: ativismo, mem\u00f3ria e identidade do movimento social em HIV\/aids na Para\u00edba\u201d<\/em>. Pesquisei quatro institui\u00e7\u00f5es \u2014 tr\u00eas em Jo\u00e3o Pessoa (Associa\u00e7\u00e3o das Prostitutas da Para\u00edba \u2013 APROS-PB, Cordel Vida e Grupo de Mulheres Maria Quit\u00e9ria) e uma em Campina Grande (Grupo de Apoio \u00e0 Vida \u2013 GAV), onde comecei minha trajet\u00f3ria no ativismo em 1994, <strong>al\u00e9m de ex-ativistas, gestor e ex-gestores dos servi\u00e7os de sa\u00fade em HIV\/aids, totalizando 11 interlocutores<\/strong>. Foi uma pesquisa qualitativa, com question\u00e1rios semiabertos e inspira\u00e7\u00e3o etnogr\u00e1fica<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Thiago<\/strong>: Como a sua trajet\u00f3ria no movimento ajudou a construir essa pesquisa?<\/p>\n\n\n\n<p><br><strong>Maio<\/strong>: Minha hist\u00f3ria com o movimento come\u00e7ou no GAV, em Campina Grande, quando eu ainda estava na gradua\u00e7\u00e3o em Psicologia. Participei ativamente por 10 anos. Depois, fiz mestrado na UFRN, tamb\u00e9m estudando o GAV, e retornei ao tema no doutorado, em 2020, no Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Antropologia da UFPB. Voltar ao campo depois de 15 anos foi um choque: algumas pautas hist\u00f3ricas avan\u00e7aram, como o acesso ao diagn\u00f3stico e ao tratamento, o surgimento da PrEP, mas outras ainda permanecem, como a luta contra o estigma.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Thiago<\/strong>: Na sua pesquisa, como voc\u00ea caracterizou o sujeito ativista?<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Maio<\/strong>: O ativista, hoje, ainda tem muito do perfil de antigamente: geralmente chega por uma experi\u00eancia sorol\u00f3gica pr\u00f3pria, pelo luto \u2014 a perda de um amigo ou familiar \u2014 ou como bra\u00e7o da academia, a partir de pesquisas e estudos. S\u00e3o hist\u00f3rias pessoais que se transformam em causas coletivas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Thiago<\/strong>: Quais eram as principais pautas e estrat\u00e9gias do movimento nos anos 1990 e 2000?<\/p>\n\n\n\n<p><br><strong>Maio<\/strong>: Naquela \u00e9poca, a prioridade era garantir diagn\u00f3stico, acesso universal a leitos e tratamento. A preven\u00e7\u00e3o era centrada no uso de preservativos, e as a\u00e7\u00f5es eram muito presenciais: distribui\u00e7\u00e3o de material informativo em eventos, atos p\u00fablicos, reuni\u00f5es com secretarias de sa\u00fade para definir metas anuais. Havia tamb\u00e9m o trabalho de assessoria de imprensa e clipping para acompanhar como a m\u00eddia retratava a aids. Essas estrat\u00e9gias ajudavam a construir a identidade coletiva do movimento e fortalecer alian\u00e7as.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Thiago<\/strong>: E como essas pautas e estrat\u00e9gias mudaram ao longo do tempo?<\/p>\n\n\n\n<p><br><strong>Maio<\/strong>: Hoje, muitas a\u00e7\u00f5es migraram para as redes sociais, e a preven\u00e7\u00e3o combinada \u2014 que inclui a PrEP \u2014 passou a fazer parte das discuss\u00f5es. Mas o estigma continua presente, inclusive dentro dos servi\u00e7os de sa\u00fade. A comunica\u00e7\u00e3o digital ganhou for\u00e7a, mas o objetivo segue o mesmo: garantir direitos e enfrentar preconceitos.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Thiago<\/strong>: Qual \u00e9 a import\u00e2ncia da PrEP no contexto atual e na sua trajet\u00f3ria?<\/p>\n\n\n\n<p><br><strong>Maio<\/strong>: A PrEP \u00e9 uma conquista fundamental, fruto de d\u00e9cadas de luta. Ela n\u00e3o existia nos anos 1990 e hoje \u00e9 uma ferramenta essencial dentro da preven\u00e7\u00e3o combinada. No entanto, ainda est\u00e1 cercada de estigma e desinforma\u00e7\u00e3o, como se fosse destinada apenas a determinados grupos. J\u00e1 ouvi relatos de interlocutores, inclusive dentro dos servi\u00e7os de sa\u00fade, dizendo que \u201cPrEP \u00e9 para quem transa muito\u201d \u2014 um julgamento moral que afasta quem poderia se beneficiar dela. Nosso desafio hoje \u00e9 massificar a informa\u00e7\u00e3o e garantir acesso universal.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Thiago<\/strong>: O Projeto PrEP Am\u00e9rica do Sul teve algum papel na sua atualiza\u00e7\u00e3o sobre o tema?<\/p>\n\n\n\n<p><br><strong>Maio<\/strong>: Sem d\u00favida. Depois de 15 anos afastado do ativismo direto, o projeto me ajudou a atualizar conhecimentos e compreender melhor a realidade atual. Fiz cursos, li sobre PrEP oral e sob demanda e passei a integrar discuss\u00f5es com outros pesquisadores e ativistas. Isso me fez perceber que at\u00e9 fazer uso da PrEP pode ser um ato ativista, especialmente quando se luta por ampliar seu acesso.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Thiago<\/strong>: Quais relatos marcaram voc\u00ea durante a pesquisa e ajudam a compreender o estigma do HIV?<\/p>\n\n\n\n<p><br><strong>Maio<\/strong>: Um caso foi o de motoristas de aplicativo que se recusavam a levar passageiros ao hospital Clementino Fraga, refer\u00eancia em HIV\/aids. Isso revela como o estigma de 30 anos atr\u00e1s ainda persiste. Tamb\u00e9m me marcou o relato de um interlocutor que, ao buscar atendimento, ouviu de uma funcion\u00e1ria do servi\u00e7o: \u201cVoc\u00ea \u00e9 fulano? Eu conhe\u00e7o sua fam\u00edlia\u201d. Esse tipo de exposi\u00e7\u00e3o constrange e fere a privacidade, refor\u00e7ando barreiras no acesso.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Thiago<\/strong>: Na tese voc\u00ea tamb\u00e9m falou sobre m\u00eddia. Pode compartilhar exemplos de como a imprensa retratava o HIV\/aids nos anos 80 e 90?<\/p>\n\n\n\n<p><br><strong>Maio<\/strong>: No come\u00e7o, a cobertura era sensacionalista e preconceituosa. T\u00edtulos como \u201cAids surge em S\u00e3o Paulo\u201d e manchetes do tipo \u201cHIV mata 6\u201d criavam p\u00e2nico moral. Teve jornal que tratava \u201cHIV\u201d como se pudesse ser at\u00e9 as iniciais de uma pessoa \u2014 era a l\u00f3gica do esc\u00e2ndalo, n\u00e3o da informa\u00e7\u00e3o. A morte de pessoas famosas, como Cazuza e Freddie Mercury, tamb\u00e9m foi tratada de forma explorat\u00f3ria, refor\u00e7ando estere\u00f3tipos e medo. Na Para\u00edba, lembro da manchete de 1985 sobre o primeiro caso confirmado no estado, no Correio da Para\u00edba. Express\u00f5es como \u201caid\u00e9tico\u201d eram comuns e ajudavam a isolar socialmente quem vivia com o v\u00edrus: a \u201cmorte social\u201d vinha antes da biol\u00f3gica. Com o tempo, a organiza\u00e7\u00e3o do movimento e mudan\u00e7as na sociedade pressionaram por outra narrativa.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Thiago<\/strong>: Qual \u00e9 o papel do ativismo na amplia\u00e7\u00e3o do acesso \u00e0 PrEP e no enfrentamento ao estigma?<\/p>\n\n\n\n<p><br><strong>Maio<\/strong>: \u00c9 fundamental. O movimento ativista mudou porque as pautas tamb\u00e9m mudaram. H\u00e1 30 anos, as ONGs tratavam especificamente de \u201caids\u201d, e mesmo organiza\u00e7\u00f5es que n\u00e3o eram do campo da aids mantinham um eixo dedicado ao tema. Hoje, o acesso \u00e0 PrEP \u00e9 uma pauta extremamente monitorada pelo movimento social da Para\u00edba \u2014 e acredito que tamb\u00e9m em outros lugares.<\/p>\n\n\n\n<p>Fazer uso da PrEP est\u00e1 se tornando primordial, mas existe uma quest\u00e3o anterior: ainda h\u00e1 pouca informa\u00e7\u00e3o. \u00c9 como se a PrEP estivesse numa \u201cbolha\u201d, o que gera estigma e preconceito, como se fosse destinada apenas a um determinado grupo da popula\u00e7\u00e3o brasileira. Por isso, o movimento social questiona essa percep\u00e7\u00e3o e busca difundir informa\u00e7\u00f5es, trabalhando coletivamente para ampliar o conhecimento.<\/p>\n\n\n\n<p>Aqui em Jo\u00e3o Pessoa, a PrEP \u00e9 distribu\u00edda em alguns servi\u00e7os de refer\u00eancia. Mas, por exemplo, uma pessoa que mora longe e precisa se deslocar at\u00e9 um desses locais pode acabar desistindo. Um interlocutor nosso comentou: \u201cPrEP n\u00e3o \u00e9 tratamento\u201d. J\u00e1 o pessoal da APROS disse que muitas mulheres preferem continuar usando preservativo porque acham que a PrEP \u00e9 como um tratamento para quem j\u00e1 vive com HIV. Essas percep\u00e7\u00f5es circulam, e o movimento social est\u00e1 atento a elas, provocando os servi\u00e7os, cobrando mudan\u00e7as e oferecendo sua contribui\u00e7\u00e3o. Hoje, a preocupa\u00e7\u00e3o com a PrEP \u00e9, sem d\u00favida, uma pauta ativista.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Thiago<\/strong>: Como assim \u201cesse ativismo \u00e9 de todos n\u00f3s\u201d? Pode explicar?<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Maio<\/strong>: Durante a pesquisa e na minha trajet\u00f3ria no movimento, algumas pessoas j\u00e1 me perguntaram: \u201cVoc\u00ea n\u00e3o vive com HIV, n\u00e3o \u00e9 homem gay&#8230; por que est\u00e1 no movimento?\u201d. Essa \u00e9 uma quest\u00e3o que remete \u00e0 pr\u00f3pria hist\u00f3ria do ativismo. Nos anos 1990, quando entrei no GAV, o lema era solidariedade. Era um compromisso coletivo, n\u00e3o apenas de quem vivia com o v\u00edrus. A fala de um colega, Valdomiro, me marcou: \u201cEsse ativismo \u00e9 de todos n\u00f3s \u2014 e agora \u00e9 que precisa ser mesmo\u201d. Essa frase traduz a ideia de que a luta contra o HIV\/aids \u00e9 de toda a sociedade, porque envolve direitos humanos, resposta ao preconceito e acesso universal \u00e0 sa\u00fade.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mem\u00f3ria e identidade no ativismo em HIV\/aids na Para\u00edba Por: Thiago Peniche Entrevistado: Maio Spellman Supervis\u00e3o: Kris H. Oliveira Em mais de tr\u00eas d\u00e9cadas de enfrentamento ao HIV\/aids, o movimento social no Brasil acumulou hist\u00f3rias, conquistas e marcas profundas na sa\u00fade p\u00fablica e nos direitos humanos. 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